Começamos com a Dries van Noten e seus looks em estilo pijama ou quimono, de estampas florais ou paisley. Calças de jeans resinado, com tachas, no mais puro esilo rocker — os casacos e robes com padronagens supertrabalhadas quebram esse lado sombrio do rock e proporcionam composições mais alegres e com um toque quase feminino.
Raf Simons optou pelo color blocking, numa proposta mais minimalista: blusas ou casacos com poucos detalhes, calças mais soltinhas e casacos mais justos, tudo bem jovial e despojado. Alguns paletós traziam faixas horizontais em cores contrastantes na parte de cima. Uma ou outra peça, como os coletes de tricô, mostravam estampas meio infantis em repetições.
Já no quesito sobriedade, destacou-se a Maison Martin Margiela e sua cartela de cores mais escura e neutra, com muito preto, cinza e marrom. Ponchos de couro também tiveram a vez, todos eles repletos de detalhes e recortes, por cima de ternos mais sequinhos.
A Lanvin foi outro show de sofisticação e glamour. Os ternos da marca traziam estampas xadrez em estilo Príncipe de Gales ou pied-de-poule. Coletes em nylon e matelassê por cima de conjuntos de alfaiataria impecáveis e justíssimos faziam par aos belos acessórios, como bolsas de viagem de couro ou pequenas clutches para o dia-a-dia.
Por último, o desfile da Louis Vuitton, eleito o favorito do blog, deu continuidade a algumas tendências vistas em Milão e Londres: smokings com estampas florais, casacos com animal print e peças em cores fortes, como laranja elétrico, aliadas a peças escuras. O xadrez também marca presença nos blazers, bem como os trench coats de 6 botões, que afinam a silhueta. Tudo muito clássico e extremamente comercial.
E na 3ª parte dessa retrospectiva, daremos uma espiada nas coleções da Dior Homme, Hermés, Paul Smith, entre outras grandes marcas. Uma ótima semana a todos!






