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5 de set. de 2012

SAÚDE: Mais um alimento superpoderoso para sua dieta


Você já deve ter ouvido aquela história de que quanto mais amarelo o queijo for, mais gorduroso ele é. Ou seja, queijo prato não é muito saudável. Cheddar, então, nem pensar. Os nutricionistas sempre apontam os queijos brancos como os melhores, não com relação ao gosto, mas sim com relação à quantidade de gordura.

E qual seria o melhor queijo a se consumir quando o assunto é emagrecer e ganhar massa muscular? Sem dúvida, a ricota.

A whey protein, proteína em pó do soro do leite, virou um item indispensável para quem quer trocar a massa gorda por massa magra. Ela é vendida em potes em qualquer loja de suplemento alimentar, e até em farmácias. Mas você sabia que a ricota é seu maior equivalente? Isso porque ela também é feita com o soro do leite, portanto é rica em proteína, que ajuda a formar a musculatura, e pobre em gordura.

Veja bem: em 100g de ricota temos aproximadamente 40g de proteínas, além de boas doses de cálcio e fósforo, que compõem reservas de energia para o corpo. Uma pesquisa realizada na Dinamarca indicou que quem substitui 20% dos carboidratos de sua dieta por alimentos de alta proteína, como a ricota, não só obtém mais energia como também acelera o metabolismo, aumentando em 5% o número de calorias queimadas por dia (e isso sem fazer nada!).


DICA: Se você é como eu e acha a ricota insossa, que tal regar uns pedacinhos com azeite extravirgem e jogar orégano por cima? Fica bem melhor, e você ainda pode colocar sobre uma fatia de pão integral torrada. É um lanchinho extremamente saudável para o dia-a-dia. Mas nada de acrescentar sal, pois este faz reter líquidos e, em excesso, pode causar hipertensão arterial.

14 de ago. de 2012

SAÚDE: As aliadas no combate às gordurinhas



Li uma vez na Boa Forma uma coisa que jamais esqueci. O artigo dizia que quem inclui oleaginosas na dieta, como amêndoas e nozes, perde gordura abdominal mais rapidamente. Isso me fez recordar algo que eu também havia lido em A Dieta do Abdômen, de David Zinczenko, que se tornara meu livro de cabeceira alguns anos atrás, na época em que eu seguia rigorosamente uma rotina de exercícios e uma dieta baseada em proteínas e carboidratos integrais, reduzindo meu índice de gordura corporal de 24 para 16%! Mais tarde, fiquei um tempo sem malhar, sem me alimentar direito, daí recuperei quase tudo...

As oleaginosas — grupo que inclui, além das amêndoas e das nozes, as castanhas do Pará, as avelãs, o amendoim, entre outros — contêm de fato alguns aliados no combate à obesidade, tais como: proteínas, fibras, ácido fólico, gorduras monoinsaturadas (as gorduras boas), fósforo e vitamina E. Sem falar que, segundo Zinczenko, elas “provêm 19% da necessidade diária de magnésio, componente fundamental para desenvolvimento muscular”.

Mas nada de achar que basta comer um punhado dessas nozes para atacar depois um cheeseburger sem culpa! Elas devem fazer parte de uma alimentação saudável, acompanhadas da prática de musculação. O bom das oleaginosas é que, segundo os especialistas, elas ainda saciam a fome por muito tempo (o segredo é ingeri-las com um copo d’água, o que irá expandir suas fibras no estômago), reduzem o risco de doenças cardíacas, pressão alta e perda de massa muscular. E os benefícios não param por aí: as castanhas do Pará em especial são ricas em selênio, que atua contra os radicais livres e previne o câncer de próstata (atenção, meninos!).

O ruim é que em muitos supermercados elas vêm em potinhos cheios de sal, e todo mundo sabe que sal em excesso faz mal. Então o truque é lavá-las na água corrente e deixá-las escorrer bem até secarem. Daí é só você montar pequenas porções (mais ou menos do tamanho do seu punho fechado) e levar ao trabalho ou à faculdade para comer entre uma refeição e outra. Observação: as sementes de abóbora e girassol também são parceiras desse grupo.